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Obra de Gê Viana que integra a exposição FUNK [Foto: Divulgação]

A principal mostra do ano do Museu de Arte do Rio (MAR), que abre nesta sexta, 29/9, é dedicada aos contextos do funk carioca através da história. Com curadoria de Taísa Machado e Dom Filó, em parceria com a equipe do museu e dos consultores Deize Tigrona, Celly IDD, Tamiris Coutinho, Glau Tavares, Sir Dema, GG Albuquerque, Marcelo B Groove, Leo Moraes, e Zulu TR, a exposição mescla sonoridades, matriz cultural urbana periférica, a dimensão coreográfica e comunitária, além do impacto estético e político do funk. A exposição espraia-se por duas salas, uma sobre o soul, “esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80, que ganhou repercussão no Brasil e, é claro, influenciou o consumo também de roupas, sapatos, cabelos… a estética que vira consumo. Tem ali, ainda, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas, feitas em clubes de bairros, que precederam o funk de hoje”, afirma o curador-chefe do MAR, Marcelo Campos. A segunda sala é dedicada ao baile de favela, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional.

Abertura
FUNK: Um Grito de Ousadia e Liberdade
29/09/2023
Museu de Arte do Rio de Janeiro
Obra de Gê Viana que integra a exposição FUNK [Foto: Divulgação]
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Glau Tavares   Sir Dema   funk   GG Albuquerque   Marcelo Campos   Marcelo B Groove   museu de arte do rio   Leo Moraes   Zulu TR   Taísa Machado   Dom Filó   Deize Tigrona   Celly IDD   Tamiris Coutinho