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Senhor do Bonfim (2023), de Elian Almeida [Foto: Divulgação]

Em nova série de pinturas, o artista se debruça sobre as manifestações culturais do Recôncavo Baiano. Acompanhada por ensaios críticos de Keyna Eleison e Luiz Antônio Simas, a exposição individual na Galeria Nara Roesler de São Paulo apresenta a pesquisa de Elian Almeida acerca da cultura afro-brasileira a partir de noções de deslocamento: “Nasci duas vezes no mesmo lugar”, afirma o artista sobre a região do Cais do Valongo, primeiro com a chegada de seus ancestrais neste porto, e em 1994, no local. Almeida vê na migração da população baiana para o Rio de Janeiro as origens de um encontro cultural que fomentaria a emergência de expressões de resistência da cultura afro-diaspórica, em especial no território conhecido como Pequena África, no Rio de Janeiro.

Abertura
Pessoas Que Eram Coisas Que Eram Pessoas, de Elian Almeida
13/05/2023
Galeria Nara Roesler, São Paulo
Senhor do Bonfim (2023), de Elian Almeida [Foto: Divulgação]
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