icon-plus
Postado em 08/05/2013 - 7:02
Copan antropológico
Redação seLecT

Exposição A Pele que Habito mostra por meio da arte quem são os moradores do Copan no século 21

Juliana_03_baixa

O artista plástico Marcos Schmidt
é autoditada e iniciou sua carreira desenhando histórias em quadrinhos com trabalhos para a Disney, Marvel, Kenzer Company. Durante alguns meses Schmidt fez um trabalho de imersão junto aos residentes do Copan, edifício localizado em São Paulo e projetado por Oscar Niemeyer, onde realizou retratos a óleo e técnica mista dos moradores tatuados do prédio, que é símbolo do modernismo cosmopolita paulistano. Segundo o artista, o interesse pelo Copan surgiu pelo fato de abrigar pessoas de todos os tipos e lugares e porque a maior parte dos moradores escolheu o local propositalmente. 

O resultado é apresentado na mostra A Pele Que Habito, que investiga por meio dos retratos a relação entre a expressão individual, dada pelas tatuagens, e o lugar de vivência dos moradores. Nas pinturas estão, entre outros, o artista plástico e tatuador Eik Rossas e o estilista Walério Araújo. Cada retrato é acompanhado por um texto onde os retratados falam sobre sua casa e tatuagens, o que significam para eles e como vêem a relação entre elas. Para completar o processo, as obras terão como espaço expositivo o estúdio de tatuagem Soul Tattoo, a partir do dia 10 de maio.

Serviço:

A Pele que habitoDe 10 de Maio a 01 de Junho
Soul Tattoo

Rua Oscar Freire, 2203 – Pinheiros