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José Olympio Pereira em fotografia de Bob Wolfenson
Postado em 15/10/2020 - 12:32
#tbt O preço da arte
Em 2013, Márion Strecker ouviu artistas, colecionadores e galeristas para mapear os critérios e contradições de precificação de uma obra de arte
Da redação

Na edição #14 da seLecT, publicada em outubro de 2013 e dedicada ao tema Mercado de arte, a jornalista Márion Strecker entrevistou Danilo Santos de Miranda (diretor  rgional do Sesc SP), Jac Leirner (artista), José Olympio Pereira (colecionador), Julia Sander (colecionadora), Xiclet (artista e proprietária de espaço de exposição independente), Aloisio Cravo (leiloeiro), Dado Castello Branco (arquiteto e decorador), Lisette Lagnado (crítica e curadora) e Cleusa Garfinkel (doadora) para compreender os critérios usados na precificação de uma obra de arte. 

Em O preço da arte, ficam evidentes as tensões entre público e privado, assimetrias de poder, instrumentalização social, bem como instabilidades do mercado de arte. Esta semana, após sete meses de isolamento social, a ArtRio foi a primeira feira a reabrir presencialmente, aquecendo as transações econômicas não apenas dos primeiros impactados pelo mercado de arte, como colecionadores, artistas e galeristas, mas também daqueles tantos trabalhadores nas bordas do sistema, como montadores. Para ouvir as contradições desse sistema, vale ler ou reler as entrevistas aqui.